terça-feira, maio 31

This is not a shoe!

Primeiramente, devo avisar que a Juliana está ausente, mas que vai recompensar há todos com lindos posts assim que voltar. Enquanto isso, continuamos com a programação eloizeônica (não faço idéia do isso significa).
E já que falamos na Ju,  lembrei de quando nós duas fazíamos via msn um post sobre calçados em modo geral e eu a mandei essa foto e digitei em seguida “e um estilo de vida!!!”. Pode até ter sido uma parte boba e esquecível de toda a conversa, já que não usamos o tal all star no post,  mas não deixa de ser a realidade de nós, adolescentes. 
Eu por exemplo, tenho meu Roxinho – apelido carinhoso, presta atenção! – há bastante tempo, o coitadinho só falta rasgar, mas é de estimação e confesso, me sinto malvada ao pensar na possibilidade de substituí-lo. Inclusive, enquanto minha mãe fazia o possível para me convencer a comprar um menos acabado, e eu então, respondi a ela que assim como algumas mulheres acham os homens mais charmosos enquanto envelhecem, eu também tenho direito de pensar o mesmo sobre meu all star. Charmoso, desbotado e maravilhoso!
O All Star – tênis atlético, com a parte de cima feita de lona e solas de borracha – foi criado em 1917 pela Converse, mas esse, ficou conhecido como Chuck’s quando a marca tornou-se patrocinadora do ex-astro do basquete Charles Chuck Taylor, que ficou responsável por divulgar o novo modelo.

Em 1920, as vendas começaram a crescer de forma tão inacreditável que a Converse resolveu recompensar Charles colocando sua assinatura junto ao patch do modelo! E acreditem ou não, até 1947, quando aconteceu o lançamento do tênis em branco, a única cor disponível no mercado era a preta.

Na década de 60, com a tecnologia que chegava a novos modelos de tênis esportivos e mais adequados ao basquete, o All Star perdeu a vez e só voltou ao estrelato novamente na década de 70, quanto calçou os pés do rock n’ roll. E apesar das disputas com Nike, Adidas, etc. a empresa conseguiu manter variedade com modelos como o All Star 2000 (feito de couro, ou seja, animal morto), o 3 em 1 (com zíper até a parte de cima), o de Denim, entre outros.

Durante a década de 80, algumas personalidades como o vocalista do Nirvana, Kurt Cobain e os integrantes do Ramones tornaram-se adeptos ao modelo, incentivando milhares de fãs que tornaram a marca ainda mais presente no mundo do rock. Em 1992, o All Star comemorou 75 anos com 500 milhões de pares vendidos. Mas devido a uma crise, a Converse foi comprada pela Nike em 2003 por 305 milhões de dólares, que tinha a intenção de atingir um título até então, nunca alcançado: o de tênis com preço mais baixo. E tão rápido quanto o esperado, o All Star voltou a tornar-se um ícone da juventude moderna, vendendo aproximadamente 30 mil pares por semana.
Por fim, confessarei o modelo mais detestado e provocador de ânsias de vomito por minha parte: O maldito All Star coberto de lantejoulas. Pelo simples fato de que não se deve colocar lantejoulas em um All Star, há menos que queira fazê-lo chorar.
 Seu all star preferido tem nome? Saudades Ju! Beijos, Elô.

4 comentários:

Juliana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Juliana disse...

Own, aposto que esse post foi em minha homenagem. Eu tenho três all star, meu preferido era azul, até minha mãe achar que estava sujo demais e conseguir manchá-lo e torná-lo roxo. Mais uma vitima dela. Bom, estou de volta, azar de vocês. Sim, eu sei que você está com saudade, Elô. Porém, eu também estava. E voltei.

Eloize disse...

Não se ache, mas eu e nossos milhões de leitores sentimos sua falta ok? Mentira n

Juliana disse...

Eu sei, apenas nossos milhares de leitores sentiram minha falta. n